Mostrando postagens com marcador BRT. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador BRT. Mostrar todas as postagens

7 de novembro de 2013

Cartaxo afirma ser favorável a construção de Viaduto e Terminal do BRT

Atendendo ao convite do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, o prefeito Luciano Cartaxo participou de uma reunião na manhã desta quarta-feira (6), no Ministério das Cidades, em Brasília. O convite que foi extensivo ao governador Ricardo Coutinho tratou sobre mobilidade urbana em João Pessoa.

Na ocasião, o prefeito afirmou ser totalmente favorável a construção do Viaduto, conhecido como Trevo de Mangabeira, e do Terminal de Integração para o BRT (Transporte Rápido por Ônibus).

07210 (3)

Foto: Peterson Alves

Segundo o prefeito Luciano Cartaxo, a Prefeitura de João Pessoa está aberta ao diálogo com o Governo do Estado para que as duas obras sejam executadas. De acordo com ele, a cidade merece ser contemplada tanto com o Trevo, como com a construção do Terminal para o BRT.

O governador, que não compareceu a reunião, enviou um representante que participou do encontro com o secretário de Mobilidade Urbana de João Pessoa, Nilton Pereira e técnicos do Ministério das Cidades para discutir a mobilidade urbana da Capital.

Durante a reunião, os representantes da PMJP e do Governo do Estado debateram a construção de Terminais de Integração na Avenida 2 de Fevereiro, no bairro do Geisel, e na Pedro II, como relata o documento em anexo.
Fonte: Paraíba Online

Tomaz Turismo[7]

PONTUAL[6]

Untitled-14

30 de julho de 2013

Volvo Bus Rapid Transit. Soluções para os desafios, imediatos e futuros.

Para um passageiro de ônibus, o conceito de qualidade de vida se traduz em rapidez e conforto. O BRT da Volvo é cerca de 2 a 3 vezes mais rápido do que as soluções convencionais.

SONY DSC

Mobilidade é um fator-chave no transporte urbano, e isto requer espaço. O BRT ocupa um espaço viário acentuadamente menor. As cidades precisam de soluções ecológicas. O BRT reduz as emissões de gases poluentes em até 50% se comparado aos sistemas tradicionais. As soluções Bus Rapid Transit são respostas mais econômicas e viáveis para os crescentes desafios.

As principais características do Volvo BRT são ônibus de alta capacidade, linhas exclusivas, embarque ao nível do ônibus, sistemas de pré-pagamento de bilhetes, controle de tráfego, prioridade nas interseções e informação aos passageiros.

Qual é a melhor forma de investir 1 bilhão de dólares?

vcb-volvo-brt02-566x228px

O projeto de implementação de um sistema BRT leva apenas cerca de 18 meses e custa um vigésimo do que um sistema de metrô. Além disso, o sistema Volvo BRT pode ser implementado por módulos separados, possibilitando uma instalação gradativa em qualquer cidade. O BRT cresce com a cidade!

Comparativo entre articulados e biarticulados BRT

Articulados: 8 razões para você escolher o melhor para seu BRT!

A capacidade nominal do articulado Volvo alcança até 180 passageiros na configuração com 21m de comprimento.  Isto significa uma frota 20% menor quando comparado a um articulado com motor traseiro.

A configuração de 21m Volvo tem um preço apenas 3% maior que o articulado Volvo com 18,6m.

VOLVO B340M

Os chassis articulados Volvo foram concebidos desde o início para operarem em sistemas BRT. O B340M permite um articulado de até 21m com apenas 3 eixos.

O chassi articulado Volvo com 21m pesa cerca de 2 toneladas menos que um articulado concorrente com 23m. Isto significa menos consumo de combustível e menor desgaste de pneus e dos  freios.

No chassi articulado Volvo todas as portas podem ter 1100mm de vão livre, facilitando a entrada/saída dos passageiros. Isto resulta em menor tempo parado para embarque/ desembarque.

A rótula do articulado Volvo é simples e robusta, além de ter baixo custo de
manutenção. Ela não necessita todo o sistema de controle que outros articulados com motor traseiro exigem.

O articulado Volvo tem um eixo e dois pneus a menos que um concorrente com 23m. Assim não tem arraste nos pneus e como consequência um menor custo de operação.

O articulado Volvo tem mais agilidade e um raio de giro menor, podendo utilizar as estações de BRT já existentes sem necessidade de nenhuma mudança.

Biarticulado: 8 razões para entender porque uma articulação a mais faz grande diferença!

O biarticulado Volvo alcança uma capacidade nominal  de até 270  passageiros na sua configuração de 28m.

Essa capacidade de passageiros é 50% maior que a capacidade do articulado Volvo 21m, com diferença de 90 passageiros. E o dobro da capacidade de um articulado padrão com motor traseiro. Isto significa que 1 biarticulado Volvo substitui 2 articulados com motor traseiro.

maior_onibus_do_mundo

O impacto desta substituição é imenso. Menos motoristas, cobradores, combustível, pneus, manutenção e capital para realizar o mesmo trabalho de transporte.  Em geral o custo passageiro-km de um biarticulado é de 30% a 40% menor que o de um articulado motor traseiro.

O biarticulado pode utilizar 5 portas com vão livre de 1100mm garantindo total facilidade de acesso.

Nas estações de parada com menor demanda pode utilizar as mesmas portas dos articulados, sem exigir condição especial.

Nos terminais, o biarticulado demora apenas 20 segundos para que seus 270 passageiros desçam de suas 5 amplas portas. Isto significa maior velocidade operacional.
Os articulados e biarticulados Volvo estão há mais de 20 anos operando com sucesso nos maiores BRT´s da América Latina, México, Bogotá, São Paulo , Goiânia, Curitiba e agora também no Rio de Janeiro.

Agora você também já sabe porque a Volvo é líder mundial em BRT.
Fonte: VOLVO

Tomaz Turismo

Pontual Transporte

12 de julho de 2013

Início das obras do BRT na capital pode sofrer atrasos

O edital de concorrência para selecionar empresa para elaborar estudos preliminares, projetos básico e executivo de obras de infraestrutura viária dos corredores de transporte coletivo da rede de Bus Rapid Transit (BRT) não atraiu empresas. A informação foi confirmada pela Secretaria de Planejamento da Prefeitura de João Pessoa, através de assessoria de imprensa. A homologação da concorrência de número 02/2013 foi publicada ontem no Diário Oficial do Estado.

07209 (3)

Segundo o secretário de Planejamento da capital Rômulo Soares Polari, a ausência de empresas interessadas em participar da licitação poderá provocar atrasos nas obras, mas não deverá alterar a data para início das ações. “O atraso deverá acontecer dentro do previsto”, informou o secretário, através de assessoria. A previsão de entrega é de dois anos após o início das obras.

A secretaria ainda vai definir se vai lançar um outro edital de licitação. As obras para o BRT fazem parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da mobilidade urbana, que vai reestruturar o sistema de transporte público, priorizando a circulação dos ônibus com faixas exclusivas nos principais corredores; além de instalar três terminais de integração e um terminal metropolitano. Os recursos para o PAC no valor de R$ 188 milhões já foram aprovados pelo governo federal.

Fonte: Jornal da Paraíba

Tomaz Turismo

PONTUAL

31 de maio de 2013

A importância do transporte coletivo por ônibus

Os ônibus começaram a operar em grande escala por volta de 1910, oferecendo as vantagens de flexibilidade quanto a itinerários, adaptação às modificações das vias urbanas e custos de instalação mais baixos, se comparados às soluções ferroviárias. A rapidez e as facilidades do transporte ‘porta-a-porta’ o tornaram um meio de transporte de rápida difusão, especialmente nas metrópoles dos países menos desenvolvidos devido à escassez de recursos.

DSCF4526

Atualmente, o modal é responsável por 25% de todas as viagens realizadas por ano no Brasil ou 85% se considerarmos apenas o cenário do transporte coletivo. Até mesmo no contexto americano, o ônibus representa mais de 50% das viagens realizadas no transporte público.

Neste contexto, é de fundamental importância a adoção de políticas que visem sua prioridade como a dedicação de faixas que os separem do tráfego de veículos particulares. Uma vez que isso possibilita atingir maiores velocidades médias comerciais e, consequentemente, uma maior satisfação do usuário, uma vez que quanto maior a velocidade e menor a variabilidade (ocasionada pela segregação da faixa), melhor a avaliação do sistema.

07210 (3)

Há 277 corredores de ônibus e BRT localizados em 156 cidades de 38 países distintos. No total, mais de 25 milhões de passageiros são transportados diariamente nestes sistemas.
Fonte: Portal Ônibus Paraibanos

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

13 de maio de 2013

Mercado abre espaço para ônibus superarticulados

A demanda por coletivos de maior capacidade abre espaço para um novo segmento, o dos ônibus superarticulados, veículos com 23 metros de comprimento e que representam o meio-termo entre os articulados convencionais (com até 21 metros) e os biarticulados (28 metros). Mercedes-Benz e Scania dispõem de chassis para os superarticulados. Em vez de três, têm quatro eixos. O modelo Mercedes-Benz utiliza o chassi O 500 UDA. Foi apresentado numa feira de transportes em novembro do ano passado. Em abril, um lote de 30 unidades começou a circular na zona leste da cidade de São Paulo, com motor de 354 cv e transmissão automática Voith.

DSC09244

Até o fim do ano, outros 40 devem entrar em operação. As carrocerias são Caio e cada veículo transporta 58 passageiros sentados.

Recentemente, o gerente executivo de vendas da Scania, Wilson Pereira, afirmou que a fabricante está “prestes a apresentar seu articulado de 23 metros”, indício de novas encomendas podem se concretizar, pois, na verdade, o primeiro veículo desse tipo (na foto acima) foi entregue em novembro de 2012 à Visate, empresa que opera no Sul do País.

Visate 801

Esse modelo tinha carroceria Marcopolo Viale BRT, que transporta 172 passageiros, sendo 56 sentados. O chassi Scania utilizado foi o K 310 8x2/2. Seu motor tem 310 cv e foi acoplado a uma transmissão ZF.

Fonte: Ônibus Paraibanos

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

6 de maio de 2013

Mobilidade para todos, é possível?

Se há um tema mais popular que o futebol no Brasil é o da mobilidade urbana. A maioria das pessoas nas conversas de bar, nos escritórios, em casa tem uma opinião a respeito de como melhorar o trânsito, os transportes coletivos, as calçadas, as bicicletas, etc. Hoje, cidades médias e mesmo as pequenas já conhecem engarrafamentos diários. E nos grandes centros e cidades médias, os automóveis são responsáveis diretos pela baixa velocidade, e aumentos dos custos das passagens dos ônibus.

Os congestionamentos constituem um fenômeno que vem se acumulando desde que a indústria automobilística se instalou no País no final dos anos 1950, sempre beneficiada pelo poder público. Recentemente, as benesses do poder público vêm crescendo. Desde o início da crise internacional, em 2008, o governo federal principalmente, mas também os governos paulista e mineiro, injetaram recursos da ordem de R$ 14 bilhões para ajudar os bancos da indústria automobilística. Em maio de 2012, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nova renúncia fiscal em favor do setor, zerando o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); naquela oportunidade, os cofres federais deixariam de arrecadar R$ 900 milhões nos três meses que durariam a medida.

SAO PAULO -SP - 03.03.2008 - Transito na Av. 23 de Maio, visto a partir do Viaduto Tutoia. (COTIDIANO - Foto: Paulo Fehlauer/Folha Imagem).

E, pior, continua pressionando os governos – como se vê, com sucesso – para efetivar uma política de proteção do seu mercado, com subsídio ao preço da gasolina, diretamente ou via renuncia fiscal da Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE/Combustíveis) em mais de R$ 3 bilhões anuais. Além disso, nos últimos anos, o governo federal elevou o preço do diesel a um índice mais de cinco vezes superior ao índice utilizado para a majoração do preço da gasolina, resultando disso um sobre lucro de R$ 2 bilhões anuais para Petrobrás, pago, via tarifas dos ônibus, pelos usuários que dependem do transporte público.

O mais interessante é observar que a maior beneficiária dessa política, a indústria automobilística, age como se não tivesse nada a ver com a crise de mobilidade, marcada por um espaço viário urbano abarrotado e pela demora nos deslocamentos nas cidades que alcança hoje todas as classes sociais e começa a deixar a mesa dos técnicos para ir aos gabinetes de prefeitos e governadores e mesmo para a Presidência da República. O governo federal e vários governos estaduais estão dando os primeiros sinais de reação a esse quadro respondendo primeiro à pressão social dos movimentos populares. Em segundo lugar à crise de mobilidade, filha do modelo que universaliza a propriedade e o uso do automóvel, e que gerou um enorme crescimento da frota em plena crise mundial da indústria automobilística internacional. Também contribuíram as exigências da FIFA de que os investimentos em mobilidade da Copa 2014 devessem esquecer obras viárias para automóveis, concentrando-se exclusivamente em transporte público, calçadas acessíveis e sistemas para circulação das bicicletas.

BRT-BH

Essa reação levou o poder público a destinar recursos para sistemas estruturais de transportes públicos sobre trilhos e corredores exclusivos de ônibus dotados de sistemas inteligentes de controle da frota, monitoramento da circulação e informação aos usuários (conhecidos internacionalmente como Bus Rapid Transit ou BRTs).

Do Governo Federal estão previstos no PAC da Copa (11,8 bilHões) e do PAC da Mobilidade – Grandes Cidades (32,7 bilhões), com recursos do Orçamento Geral da União (OGU) e para empréstimos a Estados, Municípios e setor privado, e contrapartidas estaduais e municipais. No mesmo sentido, estão previstos investimentos dos governos do Estado de São Paulo (R$ 45 bilhões) e do Rio de Janeiro (R$ 10 bilhões). Espera-se que num período de três a seis a anos esses sistemas estejam em operação consumindo da ordem de 100 bilhões de recursos públicos atendendo direta e indiretamente mais de 50 grandes cidades.

A sociedade precisa estar atenta e mobilizada, pois recursos alocados não significam sistemas de transportes operando. Temos visto na história obras inacabadas como o metrô de Salvador há 12 anos construindo 6 quilômetros. Deve-se também perguntar ao governo federal se sua política industrial de enfrentamento da crise continuará a ser a de promover novos incentivos à industria automobilística sem exigir dela nenhuma contrapartida a não ser garantir empregos de metalúrgicos e incentivar o consumo de automóveis que trás poluição, efeito estufa e aumento dos custos urbanos.

O sonho de uma era pós-automóvel é perfeitamente viável técnica e tecnologicamente sendo necessário fazer com que a indústria automobilística, voluntariamente ou não, viabilize o desenvolvimento tecnológico para energia limpa para os transportes públicos. E também é viável sob o ponto de vista econômico constituindo um fundo para investimento em transporte público, calçadas e ciclovias, como define a Lei da Mobilidade Urbana¹, em vigor desde abril de 2012, com recursos provenientes de uma contribuição da venda de cada automóvel, da taxação da gasolina e uma política de taxação dos estacionamentos (com gestão pública) nas áreas centrais, e, ainda, quando possível e recomendável, a implantação de sistemas de pedágio urbano, como Londres e outras cidades estão fazendo.

Os instrumentos estão dados, mas será preciso pressão social e a coragem política dos governos para que se efetivem as promessas de investimentos em sistemas estruturais e também para reduzir o custo social, ambiental e econômico da presença tão massacrante dos automóveis em nossas cidades.

Fonte: Ônibus Paraibanos

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

2 de maio de 2013

Mais um corredor de BRT em operação no mundo

Com o objetivo de fornecer um transporte público que atenda as pessoas de forma eficiente e seja atrativo em comparação ao automóvel, o Governo de Puebla (México), cidade de 1,5 milhão de habitantes, optou por adotar sistemas BRT (Bus Rapid Transit) no município. A concepção do projeto foi realizada em parceria com a EMBARQ México. O primeiro corredor da RUTA - Red Urbana de Transporte Articulado, como é chamado na cidade, iniciou sua fase de testes em janeiro com tarifa gratuita a fim de incentivar o uso e a adaptação dos usuários ao novo sistema e de realizar ajustes finais para sua melhoria.

pueblain

A Línea 1 liga Tlaxcalancingo a Chachapa por uma via segregada de 18,5 quilômetros de extensão transportando cerca de 120 mil passageiros/dia. O corredor trará, entre outros benefícios, a redução da emissão de 25,87 mil toneladas de gases contaminantes por ano, além de melhorias na rede viária da cidade como o seu reordenamento e o aumento da segurança dos pedestres.

Fonte: Ônibus Paraibanos / The City Fix Brasil

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

Superarticulado vai rodar em Florianópolis e depois no Rio de Janeiro

A empresa de ônibus Canasvieiras, em Florianópolis, Santa Catarina, vai testar na semana que vem o ônibus superarticulado Millennium BRT, da Mercedes Benz, modelo O 500 UDA.

O ônibus é maior que os articulados convencionais, chegando a 23 metros e podendo transportar até 170 pessoas, das quais 58 sentadas e 112 em pé. Isso porque, no segundo carro, após a articulação, o chassi tem dois eixos.

onibus-super-floripa

O objetivo é aumentar a capacidade de transporte na região sem ocupar demasiadamente a via pública.

O teste terá a participação do poder público e da representante da Mercedes Benz DVA. Por 30 dias, a partir de 06 de maio, o ônibus vai cumprir a linha Canasvieiras X Centro. Na quarta-feira, dia 08 de maio, o veículo será conhecido por autoridades locais, no Terminal Integrado do Centro.

Depois o ônibus vai para o Rio de Janeiro, onde vai operar no aeroporto do Galeão e transportar os visitantes dos jogos da Copa das Confederações. A cidade de São Paulo deve ter até o final do ano ao menos 100 unidades operando comercialmente. Algumas já circulam pela VIP – Viação Itaim Paulista.

Fonte: blog Ponto de Ônibus

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

30 de abril de 2013

Volvo desenvolve ônibus especiais para o BRT

A implantação do sistema de transporte de Curitiba contou com uma parceira pioneira dentro desse novo modelo de transporte coletivo. Para conseguir agilizar o atendimento dos usuários dentro dos eixos exclusivos, a Prefeitura da capital paranaense lançou o desafio para a fábrica da Volvo, que havia se instalado na cidade no final de década de 70, para desenvolvimento de um ônibus de alto desempenho e que transportasse um maior número de passageiros. Foi então que surgiram os primeiros ônibus articulados, com capacidade para até 170 passageiros, principal modelo adotado mundialmente para o sistema BRT. As primeiras unidades começaram a ser produzidas pela planta de Curitiba em 1981.

maior_onibus_do_mundo

O gerente de BRT da Volvo Brasil, Ayrton Amaral, denomina esse start para a fabricação dos biarticulados como uma parceria criativa e que ainda hoje mantém a empresa como líder no fornecimento de veículos para operação em BRT na América Latina. Ele afirma que a principal alteração feita para garantir o aumento do espaço dos ônibus e permitir o seu prolongamento foi a instalação da unidade motora abaixo no piso dianteiro e não mais no compartimento traseiro. "Com isso, um ônibus com o mesmo comprimento já aumentava em 10% o espaço para passageiros." Junto com essa mudança vieram outras tecnologias que também contribuíram para aumentar a segurança e conforto dos veículos, como a suspensão a ar, marcha automática e freio a disco e ar-condicionado.

Em 1991, dez anos depois do lançamento dos primeiros articulados, Amaral diz que a fábrica recebeu um novo desafio do então prefeito de Curitiba, Jaime Lerner, o desenvolvimento do biarticulado, que ampliou para 250 o número de passageiros por veículo. Ainda hoje, a Volvo é a única fábrica a produzir esse modelo de ônibus, que é utilizado em sistemas BRT de referência internacional, como a Transmilênio, em Bogotá (Colômbia). No Brasil, o biarticulado é usado em três capitais: Curitiba, Goiânia e São Paulo.

nligeirao

Amaral considera que o BRT é a melhor solução em transporte para cidades com alta demanda de passageiros, com a vantagem de ser um sistema com custo reduzido, em relação a outros sistemas como metrô e VLT, e ainda ter agilidade na implantação. O gerente da Volvo diz que o custo por passageiro é o principal benefício na utilização desses veículos longos. No caso do articulado, a redução é de 20% e, no biarticulado, chega a 33%, comparado aos modelos padron.

Apesar da extensão maior, o gerente de BRT da Volvo garante que os veículos articulados conseguem rodar em vias normais de trânsito, já que o raio de giro é o mesmo dos ônibus convencionais, ou seja, de 14 metros. Na avaliação de Amaral, essa "metronização dos ônibus", conforme definiu o ex-prefeito de Curitiba Jaime Lerner, é uma tendência que deve ganhar cada vez mais mercado devido a seu custo-benefício. Segundo ele, além do sistema requerer um investimento vinte vezes menor que o metrô, ele consegue atender uma demanda de até 50 mil passageiros por hora/sentido, volume só obtido até hoje por 10 linhas de metrô em todo o mundo.

Fonte: Ônibus Paraibanos

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

27 de abril de 2013

João Pessoa - Com o BRT as viagens de ônibus terão tempo reduzido

Para racionalizar a rede de transporte público e diminuir o tempo de deslocamento das pessoas, a população de João Pessoa vai contar com um arrojado sistema de transporte público até dezembro de 2015. Trata-se do bus rapid transit (BRT), um eficiente serviço que pretende reduzir drasticamente o tempo das viagens de ônibus na cidade, principalmente no horário de pico. As obras do projeto, apresentado à população em junho de 2011 na Câmara Municipal da capital, têm previsão para ter início em dezembro deste ano, segundo divulgação da Semob.

O projeto prevê obras estruturantes em quatro, dos sete corredores de ônibus da cidade, a construção de terminais de integração, troca de pavimentação e a construção de estações de embarque e desembarque de passageiros.

Ônibus Articulado - São Jorge

Com a concretização do BRT, os passageiros embarcarão em linhas que sairão dos bairros e seguirão até os novos terminais de integração, onde passarão a embarcar nos BRTs e seguirão, por sua vez, até o centro da cidade por vias exclusivas. Os veículos - que serão articulados - serão adquiridos pelas empresas de ônibus de João Pessoa.

Para Mário Tourinho, diretor institucional da AETC-JP, a prioridade para o transporte público é uma tendência mundial. “Intervindo desta forma, o poder público não apenas diminui o problema dos congestionamentos, mas também torna mais eficiente o deslocamento das pessoas, já que o ônibus transporta bem mais gente que carros particulares”, defende o dirigente. Ele destaca que a aquisição de mais ônibus articulados representa o apoio das empresas para contribuir com a implantação do sistema de BRT na cidade.

“Sabemos que o sistema de BRT é um modelo de transporte que só funciona em sua plenitude se as linhas forem operadas com ônibus articulados ou bi-articulados, e em coredores exclusivos, por isso, já começamos a dar a nossa contribuição, de forma que, quando o projeto estiver pronto as empresas também estarão aptas a operacionalizá-lo”, reforça Mário.

Fonte: Ônibus Paraibanos / PB Agora

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos

24 de abril de 2013

João Pessoa - Transporte BRT será implantado até 2015

Até dezembro de 2015, o pessoense contará com o bus rapid transit (BRT), um sistema eficiente de transporte coletivo que vai reduzir em até três vezes o tempo das viagens de ônibus. Considerando que o percurso de 5 km do Centro até a praia é feito hoje em 37 minutos (em média) no horário de pico, numa velocidade de 8 km/h, com o BRT este mesmo trajeto será feito em 11 minutos, numa velocidade de 28 km/h. A mudança será possível a partir de um sistema integrado de transporte público que vai beneficiar os 280 mil usuários que utilizam, diariamente, o transporte público. O início das obras está previsto para dezembro deste ano. E, por ser um projeto complexo, o prazo de conclusão após o início das intervenções é de dois anos.

VIALE BRT - BRASILIA

As obras envolvem troca de pavimentação, construção de estações de embarque e desembarque – que substituirão as atuais paradas de ônibus - sinalização, sistema de controle de ônibus e implantação de vias exclusivas. O valor assegurado pelo Ministério das Cidades para o BRT e na implantação do veículo leve sobre trilhos (VLT), ambos dentro do PAC 2 - Grandes Cidades, é de R$ 280 milhões, sendo R$ 188 milhões apenas para o BRT, que envolve quatro grandes corredores – avenidas Cruz das Armas, Dom Pedro II, Dois de Fevereiro (Cristo Redentor) e Epitácio Pessoa. As três primeiras contarão com terminais de integração que serão construídos, respectivamente, em Oitizeiro, próximo ao Viaduto Ivan Bichara; no bairro de Mangabeira, imediações da Cehap; no bairro do Cristo, próximo ao Estádio Almeidão.

O titular da Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob) Nilton Pereira, assegurou que o projeto vai proporcionar a redução significativa do tempo de percurso. “Hoje, as linhas saem dos bairros para o Centro e se cruzam em vários corredores, o que ocasiona um excesso de ônibus em circulação por vias comuns e, em consequência, mais tempo gasto. Com a concretização do projeto, as linhas saem dos bairros e seguem até os novos terminais de integração. Neles, o passageiro passará para o BRT e seguirá até o Centro por vias exclusivas, sem paradas nos semáforos, já que o BRT terá prioridade. Com a aproximação dos ônibus, o sinal é automaticamente aberto. “A compra dos veículos ficará sob a responsabilidade das empresas que têm a concessão para operar o transporte público na Capital”, ressaltou.

Veículos climatizados

As estações de embarque serão fechadas. Estas plataformas ficarão no mesmo nível do piso dos ônibus, a exemplo do metrô. Quando o veículo se aproxima da estação, as portas abrem simultaneamente às do ônibus.

Os veículos serão climatizados. Serão ônibus articulados, com capacidade para 170 a 180 passageiros, e biarticulados, que podem transportar até 250 pessoas.

Super Articulado - São Paulo

As estações de embarque serão instaladas nos canteiros centrais e serão climatizadas. Elas contarão com uma tecnologia que informa ao usuário o horário exato de chegada dos ônibus nas estações de embarque e desembarque e nos terminais.

JP analisa e reformula projeto

De acordo com o superintendente de Mobilidade Urbana (Semob), Nilton Pereira, João Pessoa está na fase de análise e reformulação de alguns pontos do projeto do BRT.

“É uma ação grandiosa e o volume de recursos também é muito grande. Tudo tem que ser bem projetado. As obras vão causar transtornos em vários locais, troca da pavimentação, construção de estações”, observou.

A Prefeitura tem até o final do ano para detalhar e licitar as obras. “Concluída esta etapa, daremos início ao processo de licitação. Só após esta fase, os recursos começam a ser liberados e o trabalho iniciado”, disse. Ele lembrou que há um calendário a seguir. O prazo para assinatura do termo de compromisso com a Caixa Econômica Federal (CEF) é até 30 de abril.

“Com o BRT, vamos partir para uma situação em que o transporte público vai ter prioridade para circulação nas vias. Um transporte público de melhor qualidade vai atrair a população que usa carro. E quem já usa os coletivos vai andar mais rápido”, destacou.

Conforme a assessoria do Ministério das Cidades, a  liberação dos recursos para as obras do VLT na Capital é feita pelo agente financiador – CEF, de acordo com a execução da obra. Segundo a assessoria, esta é uma forma de garantir que o dinheiro não seja desviado e que a obra seja concluída, seguindo o projeto. Os investimentos nos municípios são feitos por meio de emendas propostas pelos parlamentares.

VLT: implantação parada

O secretário-executivo do PAC na Paraíba, Ricardo Barbosa, afirmou que o processo para implantação do VLT (veículo leve sobre trilhos) em João Pessoa não tem caminhado. “Há pendências do Governo Federal, através do Ministério das Cidades, que não definiu qual será o papel da CBTU, que comanda o sistema ferroviário”, disse.

Segundo ele, o projeto existe, mas o contrato não foi assinado com o Ministério, dentro do PAC da Mobilidade. “O Ministério das Cidades tem que definir a participação que a CBTU terá. Só então, o projeto começa a andar”, completou.

VLT Maceió

A reportagem tentou falar com o superintendente da CBTU Lucélio Cartaxo, mas ele estava em São Paulo.

O VLT de João Pessoa está em fase de contratação, segundo o Ministério das Cidades. A compra dos equipamentos e a execução das obras são definidas em nível local.

Parque Solon de Lucena

O tráfego de ônibus e veículos no Parque Solon de Lucena deverá ser feito exclusivamente pelo anel externo. Esta é apenas uma das mudanças no projeto que prevê uma transformação radical no local. O novo esboço projeta transformar a área num parque, com todas as suas características, o que não seria possível com o fluxo intenso de veículos de hoje. A verba destinada para esta área é de R$ 40 milhões, dos quais R$ 30 milhões estão disponíveis. As obras específicas do trânsito só devem ter andamento quando o projeto da Seplan estiver concluído, o que deve acontecer em junho.

Licitação deve sair até junho

“A ideia do que queremos fazer na Lagoa existe desde o final do ano passado, ainda no período de transição. O projeto não é só para que a Lagoa deixe de entornar água ao redor”, disse o secretário de Planejamento de João Pessoa Rômulo Polari. Ele afirmou que o prefeito abordou o Ministro das Cidades e, através deste contato, o município conseguiu a verba.

“É um projeto complexo“, resumiu. Dos R$ 40 milhões previstos, R$ 30 milhões já estão à disposição. Vamos tratar a Lagoa como elemento físico. Esperamos entrar com o processo de licitação até junho”, disse Polari.

Campina Grande

O Em relação às médias cidades, Campina Grande será contemplada com recursos para implantação do segundo anel viário. O objetivo é melhorar o sistema de transporte público coletivo. Os valores não foram divulgados.

De acordo com o Ministério das Cidades, a medida é estratégica. Sem informar valores, a licitação pode ser feita pelo regime diferenciado. Se o recurso fosse divulgado, não haveria concorrência.

Fonte: Portal Correio

Tomaz Turismo

PONTUAL

Ônibus Paraibanos