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15 de outubro de 2012

Estudo de Carrocerias e Chassis: Caio Alpha

Fonte: Technibus
Matéria: JC Barboza

No alfabeto grego, Alfa é a primeira letra. Na astronomia significa a principal estrela de uma constelação. Em ônibus - grifado com "ph" - é o nome da carroceria que começou a ser produzida pela Caio á partir de novembro de 1995 em linha de produção na fábrica de Botucatu, SP. O Alpha chegou com a enorme responsabilidade de subsituir o modelo Vitória, líder de mercado desde o seu lançamento em 1988. A Caio estava na mesma situação da Volkswagen quando, em 1994, tirou o gol de linha e lançou outro gol. A marca alemã conseguiu transformar o sucessor em líder. A Caio apostou no Alpha para manter a liderança no segmento urbano. O volume inicial de vendas do novo modelo foi surpreendente. "Vendemos os primeiros 250 carros sem o cliente conhecer o carro, sequer em fotografia", orgulha-se José Gildo Vendramini, então diretor comercial da empresa.

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O Alpha foi desenvolvido na trilha da modernidade num processo chamado de engenharia simultânea. As garagens dos operadores serviam de laboratório. Os técnicos da Caio foram consultar as necessidades práticas dos gerentes e empresários do ramo.

Em paralelo, a Caio contou com a inestimável ajuda da informática. O desenvolvimento do projeto contou com o software Catia da IBM que fez a modelagem de superfícies. Na fase seguinte, a engenharia experimental entrou em cena para comprovar o comportamento estático e dinâmico das estruturas da carroceria através de simulações, via métodos de elementos finitos com o software Nastran e testes de campo.

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Em outras palavras, o Alpha nasceu sob o signo da engenharia simultânea, captando sugestões de campo, e da engenharia experimental, materializando as sugestões. Ao mesmo tempo utiliza ferramentas de informática para dar confiabilidade ao desenvolvimento.

Além de ouvir o cliente no campo e utilizar os recursos da informática no desenvolvimento do projetone na engenharia do produto, a Caio cuidou com carinho da engenharia do processo produtivo através de consultas ao pessoal que trabalha no chão da fábrica. A partir das sugestões, escolheu o software Arena, da Paragon, para adequar produto e produtividade. Do resultado dessa conjunções de ações, surgiu o Alpha, que rompe totalmente com as carrocerias produzidas pela Caio em toda sua história.

A novidade é a viga "I"

Pela primeira vez, a Caio empregou a chamada viga "I" na base (subestrutura). As vigas de aço estrutural ASTM A6/A36M, dispostas transversalmente, com três polegadas de altura, estão apoiadas sobre as longarinas e fixadas por suportes soldados ou parafusados. Até então, a Caio só utilizava a viga "U". Além das vigas, a base tem perfis, colocados no sentido longitudinal para permitir fixação do piso e poltronas.

A estrutra do Alpha pode ser constituídas por dois materiais: chapa de aço prensada ou alumínio tubular. De início, cogitou-se ter estrutura tubular nos dois tipos, mas a corrosão interna acelerada nos pontos de solda nos tubos de aço aconselhou a empresa a manter a tradicional  chapa prensada e zincada nas estruturas laterais e teto.

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A estrutura do carro como é chamado no setor o ônibus que usa aço - tem perfis de aço estrutural  ZAR 230 zincado e unidos por meio de solda. Já o revestimento externo lateral é feito por chapas de aço galvanizadas com "cristais minimizados e aplainamento restritivo, coladas na parte próxima ao peitoril das janelas e na parte inferior (saia)", explica um texto técnico distribuído pela Caio.

Já o carro de alumínio tem estrutural lateral e teto formados por perfis de liga ASTM 6261 unidos por meio de rebites maciços. Nos painéis laterais, o revestimento externo é feito com chapas de alumínio coladas. 

A proporção de vendas, na época, entre carros de ferro e alumínio era de 70 % e 30 %.

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O Alpha inaugurava na Caio, nova tecnologia de peças de fibra de vidro. Antes o processo era manual - para a produção de 25 carrocerias diárias, por exemplo, eram necessários dez moldes. No processo RTM, automatizado, importado da Inglaterra, um só molde garante idêntica produção diária.

Tal avanço foi importante no aumento da produtividade se for considerado que uma carroceria como a Alpha incorporava as seguintes peças de fibra: frente, traseira, pára-choques, painel, cofre do motor. degraus das portas e as cúpulas dianteira e traseira do mecanismo das portas. Aliás, nos degraus da porta, o uso da fibra é uma novidade inaugurada pelo Alpha.

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No revestimento interior do teto, o Alpha trouxe uma novidade: o formidur, feito de lâminas de eucalipto prensadas a quente. A vantagem sobre a fórmica seria não lascar causar ferimentos em caso de quebra.

Nos protótipos do Alpha vistos duas semanas antes do lançamento, a coloração cinza ônix do teto em formidur deu suavidade ao carro, detalhe importante que diminui a tensão dos geralmente agitados e estressados viajantes de coletivos urbanos.

Além do formidur, havia outro material, o ABS utilizado para revistir a cúpula dianteira interna, formado pela peça (central) para o intinerário; caixa de mecanismo das portas (à direita) e porta-pacotes para o motorista e central elétrica (à esquerda).

Já o piso do Alpha permite duas opções: chapas de alumínio xadrez (lavrada) e compensado naval revestido de passadeira preta lisa com estrias de alumínio no corredor.

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A tecnologia da cola é utilizada também para fixar o vidro do intinerário.

Na região das caixas de rodas as poltronas tem apoio de pés. Para versões de chassi que tem caixas de roda com mais de 300mm de altura, são adotados assentos de encosto contra encosto.

A Caio entrou em 1996 com sua estrela principal carregada de mudanças e perspectivas. Afinal, Alpha é nome de carroceria urbana, segmento que representa 95% da produção da empresa.

Estilo e razão - A carroceria concilia design e facilidade de manutenção

Os ônibus compõe parte preponderante do cenário das cidades brasileiras. São cerca de 100 mil carrocerias em movimento no cotidiano. A proposta da Caio, com o Alpha, foi quebrar a rigidez, as linhas duras e criar um design suave para contribuir à amenização do caos urbano.

A suavização da linha levou muito em conta a facilidade de limpeza e manutenção. Em vez de cantos vivos, sobreveio o design arredondado. Procurou-se, ao máximo, o que é bom, eliminar pontos de retenção de sujeira, que criam dificulades para limpeza.

A frente do Alpha pode sugerir várias interpretações. Uma delas: ter sido inspirada no design do accord, carro da marca japonesa Honda. Mas há quem visualize a forma de um peixe.

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A racionalidade foi aplicada para facilitar o trabalho nas garagens: o Alpha sai de fábrica com quatro faróis redondos - dois deles vem de fábrica.

Outra preocupação que alia estilo e conteúdo é vista nas portas e no intinerário do Alpha. As portas, de 700 mm ou 1000 mm de vão livre, trazem vidros na parte superior e inferior, fixados por cola na estrutura. Antes, no Vitória, o vidro não era inteiriço, mas entremeado com uma faixa central de chapa.

O que muda na carroceria - Os diferenciais que trazem vantagens ao Alpha em comparação com o modelo anterior, Vitória.

- O motorista tem melhor visibilidade e segurança: o pára-brisa é mais envolvente e está mais distante do posto de comando.

- O pára-brisa bipartido permite montagem e desmontagem das partes, independentes uma da outra. No Vitória é necessária a retirada das duas partes em caso de reposição.

Os faróis (quatro, agora redondos) foram instalado numa posição 120 mm mais alta, providência que melhora a iluminação e facilita a troca.

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- O ângulo de entrada do balanço dianteiro é maior, diminuindo o risco da bater a frente no chão.

- O design está mais limpo, arrendondado, sem cantos vivos para evitar saliências e facilitar a limpeza.

- Entrada de ar melhorada na janela do motorista.

- Grade de fibra no processo RTM (resin transfer molding) - é mais leve, fácil de recuperar e, por ser lisa, permite melhor aproveitamento para comunicação visual.

- Pára-choque integral, de fibra no processo RTM: mais fácil de recuperar com menor custo de mão-de-obra.

- Área de itinerário 160 mm² mais ampla que no Vitória.

Traseira facilita a reposição

- Peça única em fibra de vidro no processo RTM que facilita a limpeza e lavagem - não existe perfis externos ou cavidades.

- A peça tem dimensão única para os vários tipos de chassis, um dado que facilita a reposição e facilita o almoxarofado.

- Suporte de placa de licença conjugada na fibra e não mais sobreposto.

- Na parte interna, o fechamento é feito com ABS, o que dispensa colocação de fórmica, perfil de alumínio e rebites.

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- Fixação da traseira: estrutura soldada e não parafusada como no Vitória.

- Lanterna fixada 50 mm mais alta em relação ao Vitória para reduzir a incidência de danos.

- Lanterna compacta, envolvente e fumê: facilidade de montagem e reposição - em caso de dano, troca-se apenas a lente.

- Brake-light maior: área ampliada em 40 % em comparação com a luz de parada do modelo Vitória.

- O arco de rodas (não mais em chapa) é construído em fibra, processo RTM: dispensa perfil de borracha, facilita a manutenção e elimina itens de reposição.

- O arco, por ser de fibra, tem nova e maior geometria: refrigera melhor as rodas.

- Mata-juntas verticais do chapeamento menos salientes: melhor acabamento na pintura e facilidade na limpeza.

Sai o alumínio e entra o plástico

- Pefis de acabamento externo: sai o alumínio e entra o plástico, que permite melhor acabamento e usa menos mão-de-obra na recuperação da pintura.

- Logotipo Caio e Alpha em plástico adesivado: elimina furos de fixação

- Ausência de rebites aparentes na região das janelas da carroceria de alumínio: visual mais atraente.

Revestimento em formidur

- Revestimento do teto em formidur (prensado e texturizado), em vez de fórmica: mais seguro, pois não forma lascas no caso de acidente.

- Cúpula dianteira superior em ABS, dividida em partes:mais versatilidade para manter e recuperar.

- Novo método de fixação das poltronas permitiu ganho de 80 mm na largura do corredor.

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- Isolamento térimico do motor com plástico intejado (25 mm de espessura) : mais conforto.

- Instalação elétrica com placa de circuito impresso: acesso à manutenção facilitada; a fiação é embutida mas calhas da luminária.

Os detalhes do Alpha - A carroceria atende às especificações contidas nas normas conmetro tipos I e II

- Corrimãos: tubos de alumínio fixados ao teto por suportes de plástico injetado (com reforço interno de aço)

- Balaústres: em tubos de alumínio, fixados do corrimão do teto ao pega-mão das poltronas.

- Pega-mãos: ao lado das portas dianteira e traseira.

- Tubo de escapamento: pode ser posicionado horizontalmente na traseira, sob o pára-choque; na lateral, próximo do eixo traseiro e na traseira (vertical).

- Tanque de combustível: sob o piso, na lateral da carroceria, com capacidade de 210 a 400 litros, conforme o chassi.

- Botão de comunicação entre cobrador/motorista fixado na gaveta do trocador, com luz piloto que o motorista localiza no painel de instrumentos.

- Gancho para reboque na dianteira.

- Janela do motorista: dois vidros de correr e um vidro basculante para direcionamento do ar.

- Baterias localizadas em compartimento sob o piso, com tampa para acesso lateral.

O Alpha na Paraíba

O Alpha foi uma carroceria que não fez muito sucesso em nosso estado, apenas cinco empresas adquiriram o modelo 0 Km. Foram elas Mandacaruense, Marcos da Silva, Boa Viagem, Boa Vista e Wilson. A Mandacaruense, a Borborema (Campina Grande) e a empresa Das Graças adquiriram uma unidade cada semi-nova. O da Mandacaruense é ex-Rio de Janeiro e o Alpha da empresa Das Graças é oriundo do Ceará. Somente o Alpha da empresa intermunicipal Das Graças ainda opera.

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O Alpha encerra um ciclo

O Alpha deixou de ser produzido em 1999 em meio a uma nebulosa crise da encarroçadora Caio, sendo substituído pelo modelo Apache S21. O Alpha foi um dos últimos modelos produzidos pela Caio quando ainda pertencia a família Massa, (família do piloto Felipe Massa). No ano seguinte, 2000, a empresa opta pela auto-falência e em janeiro de 2001, a Caio "renasce" nas mãos do grupo Ruas que arrendou a marca.

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21 de setembro de 2012

Carroceria Metropolitana

Fonte: Portal Paraíba Bus

A Metropolitana foi fundada em 1948, no Rio de Janeiro, por três sócios pioneiros: João Silva, ex-dono de uma banca de jornais, Waldemar Moreira, proprietário de uma loja de ferragens e Fritz Weissman, mecânico. Os três fundaram uma firma para montagem de carrocerias para ônibus com capital de 300 mil cruzeiros.

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Inicialmente, a empresa se instalou num galpão dividido em oficina e escritório. Em 1953, quando a empresa já estava fabricando uma unidade por dia, mudou -se para a Avenida Brasil. Dezoito anos depois de fundada, a Metropolitana já contava com 20.000 m2 de área ocupada. 800 empregados e urna capacidade para fabricar 50 carrocerias por mês. A empresa foi urna das pioneiras a empregar o alumínio na fabricação de carrocerias.

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Inicialmente, preparou cinco ônibus em metal que rodaram experimentalmente no Rio durante três anos. O teste teve êxito e a Metropolitana abandonou a madeira, passando a fabricar exclusivamente carrocerias metálicas. Após o início da nova experiência, o sócio Fritz Weissman afasta-se para fundar Uma empresa do mesmo setor, a Ciferal. Continuou produzindo belas carrocerias de alumínio, até janeiro de 1976 quando foi adquirida pela Caio.


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6 de setembro de 2012

Estudo das Carrocerias e Chassis: VOLVO B270F

Fonte: VOLVO

O B270F é o primeiro chassi Volvo com motor dianteiro fabricado no Brasil. Considerado o chassi mais leve e resistente da categoria, feito em aço LNE 60, o B270F proporciona economia de combustível e excelente nível de esforço no volante. Seu tanque comporta 300 litros de combustível. É adequado à Lei da Balança.

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Motor 7 litros de fácil manutenção devido ao sistema de injeção Common Rail. Com excelente consumo de combustível, possibilita trocas em menor rotação e tem grande disponibilidade de peças e serviços na rede Volvo.

Os freios a tambor S-Came, com a maior capacidade de frenagem do mercado, ajuste nas 4 rodas, lonas adaptadas ao serviço urbano e baixo custo de manutenção. Câmbio com sistema de transmissão por cabo e posição ergonômica da alavanca. Embreagem de 395mm, com maior vida útil. As trocas de marchas são mais suaves, sem ruído para motorista e passageiros devido à ausência de furo no capô.

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Eixo de tração com engrenagens adaptadas ao segmento urbano, carcaça soldada, simples redução, rolamento de roda livre de manutenção e menos ruído. Suspensão metálica com molas parabólicas que não necessitam de manutenção, têm maior comprimento entre centros, menor peso e mantêm o veículo nivelado mesmo com carga.


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Pontual Transporte de Passageiros

27 de agosto de 2012

Estudo das Carrocerias e Chassis: Marcopolo Torino 2007

Fonte: Marcopolo

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Torino é o ônibus urbano mais tradicional do mercado, consagrado pela excelente relação custo/benefício. Traz recursos tecnológicos que facilitam a  manutenção e limpeza e oferecem o máximo em agilidade, segurança e desempenho. Por suas características e soluções técnicas é referência no mercado.

 CARACTERÍSTICAS:

• Novo design externo, marcante e inovador;

• Sinalização com manutenção externa e melhor luminosidade;

• Saia lateral modular: facilidade de manutenção de pequenas avarias;

• Aro de roda em fibra de vidro;

• Novos padrões de decoração interna;

• Amplas escadas em fibra de vidro;

• Maior conforto para o motorista graças ao conjunto defroster com saídas de ar no painel
e nos pés;

• Moderno posto de cobrador;

• Novas poltronas com pés recuados, facilitando a limpeza interna;

• Revestimento externo sem perfis aparentes: maior limpeza visual.

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Tudo isso e muito mais faz do Torino sinônimo de ônibus urbano, com ótimo valor de revenda. O Torino é disponível em diferentes configurações, marcas e modelos de chassi sob consulta.

Dimensões Básicas:

Comprimento: 12.605 mm, largura externa: 2.500 mm, altura interna: 2.100 mm, altura total com ar-condicionado: 3.485 mm, altura total sem ar-condicionado: 3.235 mm.

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6 de agosto de 2012

Estudo de Carrocerias e Chassis: Caio Apache Vip II

Fonte: Caio Induscar

Modernidade no design e versatilidade
O Apache Vip é uma opção para todos os tipos de terrenos, no segmento de ônibus urbanos. Carroceria tradicional no mercado, suas qualidades são traduzidas em conforto, segurança e durabilidade. Tudo isso aliado à alta produtividade, baixo custo de manutenção e fácil acesso a peças e componentes. Aplica-se a motores dianteiros, traseiros e centrais. Apresenta-se nas versões: urbano, piso baixo e articulado.

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Diferenciais

Componentes com facilidade de limpeza e manutenção - Conjunto óptico traseiro exclusivo e em estilo inovador - Iluminação interna e externa em leds, proporcionando maior durabilidade e menor consumo de energia - Ótimas condições de embarque.

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Dimensões (mm):

Comprimento Externo: 9.500 / 13.200
Largura Externa: 2.500
Largura Interna: 2.350
Altura Externa: 3.185 / 3.260
Altura Interna: 2.065 / 2.140

Anteparos: Em tubos de aço encapsulado em PVC, com vidros na parte superior e painel composto em fórmica cristal na parte inferior, fixados com suportes e garras PVC

Caixa de bateria: Instalada na lateral esquerda em bagageiro fechado com bandeja fixa

Corrimãos: Em tubo de aço encapsulado em PVC

Iluminação: Em Leds

Janelas laterais: Com vidros temperados e incolores

Pára-brisa dianteiro: Bipartido, laminado e incolor

Piso: Em chapa lavrada

Poltrona do Motorista: Fixa, com regulagem longitudinal, com reclinação do encosto e altura do assento, com cinto de segurança de 3 pontos retrátil

Poltronas dos passageiros: Soprada, SOP 860mm, UB 860mm ou SPFI 860mm

Porta de acesso: Tipo fole, com acionamento pneumático

Vigia Traseiro: Inteiriço, temperado e incolor.

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24 de julho de 2012

Estudo de carrocerias e chassis: Mercedes Benz O-500 RSD

Fonte: Mercedes Benz

Desenvolvido para aplicação rodoviária de média e longa distância, o chassi O-500 RSD 2436 6X2 incorpora todas as vantagens da tecnologia Mercedes-Benz. É um veículo robusto  e de alta durabilidade, próprio para as mais severas condições de operação e aplicação. O veículo apresenta alta qualidade e baixo custo operacional, superando as expectativas do frotista mais exigente.

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O chassi O-500 RSD 2436 6X2 é dimensionado para suportar 24 toneladas e ainda possibilita a alteração no entre-eixo para alongamentos até 14 metros de comprimento total. O motor eletrônico OM-457 LA (Proconve P-7) apresenta 354 cv de potência a 1.600 Nm de torque, proporcionando um desempenho superior na aplicação rodoviária, com economia de combustível e rentabilidade.

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Definitivamente, este é o veículo ideal quando sua operação requer um chassi de concepção avançada, associado à garantia da marca líder em transporte de passageiros.

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São José - Transportando Sonhos Realizando Viagens

Transpassos - Uma empresa do Grupo São José