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23 de setembro de 2013

Caravana Agrale avança e vendas do MA 17.0 intensificam

Quando no ano passado, ao completar 50 anos de operação no Brasil, a Agrale anunciou que entraria no segmento de ônibus de 17 toneladas, as atenções do mercado se voltaram para a empresa 100% nacional, que até então fabricava apenas ônibus de pequeno e médio porte, além de caminhões, tratores, veículos de defesa e motores estacionados.

A expectativa foi grande após o anúncio do lançamento do modelo MA 17.0 em outubro do ano passado.

Caravana Agrale - 1

O ônibus vem para disputar espaço no maior segmento de veículos de transportes coletivos sobre pneus. Hoje, a estimativa da Anfavea – Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores é que o segmento de 17 toneladas responde por 40% de todo o mercado de ônibus do Brasil. Agora, a Agrale decidiu colocar o pé na estrada e divulgar por todo o País o novo chassi de ônibus, disponível para todas as encarroçadoras brasileiras.

A Caravana Agrale tem duas rotas. Uma que partiu do Sul e vai exibir os produtos no Sudeste e Centro-Oete e outra que a partir de Brasília também pega parte do Centro-Oeste e o Norte e Nordeste.

Com vistas no Brasil, mas também de olho no mercado externo. O diretor comercial da Agrale, Alvonir Anderle, fala que a expectativa da empresa é a internacionalização dos seus produtos.

“O MA.170 não é apenas um ônibus de 17 toneladas. Procuramos atender o que é tradicional neste mercado, mas ao mesmo tempo trazer inovações com produto simples e robusto, mais ao mesmo tempo dotado de tecnologia. Também pensamos na internacionalização da marca Agrale e o MA 17.0 tem um grande potencial para mercado externo” – conta o executivo.

Caravana Agrale

O chassi MA 17.0 pode receber carrocerias de até 12,5 metros de comprimento e um novo conceito de quadro de estrutura. O motor é um Max Force 7.2, da MWM, com 6 cilindros, rendendo 225 cavalos de potência e torque alto para a categoria, representando bom desempenho e menor consumo, segundo a fabricante.

O câmbio é manual Eaton 6 marchas. O entre-eixos na versão standard é de 6 metros e o PBT – Peso Bruto Total do chassi é de 17 toneladas e meia. A Caravana da Agrale passou por São Paulo neste mês de setembro. Diversos frotistas foram conhecer o novo chassi.

O diretor da SPTrur Transporte de Fretamento, Edson Barbosa, que também é presidente da CooperFênix, da capital paulista, destacou a qualidade e o baixo custo de manutenção dos veículos da marca.

Além dos ônibus de 17 toneladas, a Caravana demonstrou chassis já tradicionais da Agrale. Davino Cavalcante, diretor da COOTARDE, Cooperativa de Transporte Alternativo do Recanto das Emas, do Distrito Federal, é frotista da marca e destacou a evolução dos modelos da Agrale.

Agrale

A presidente da COOTARDE, Marlene Francisca Alves Chagas, diz que a intenção agora é aumentar a oferta de lugares aos passageiros para atender a uma demanda maior. “Hoje operamos com os micro-ônibus de 8 toneladas. Agora vamos oferecer mais conforto aos passageiros com o MA 15.0, de 15 toneladas, e de porte maior que os micro-ônibus” – disse a frotista.

O diretor de garagem da COOTARDE, Joaquim Espíndola, enfatizou também as características técnicas do modelo de 17 toneladas da Agrale. De acordo com ele, algumas soluções, como o cárter removível facilitam a operação e a manutenção, feixes de molas reforçados e balanços dianteiro e traseiro melhorados, além da redistribuição dos feixes de mola.

Já existem algumas unidades operando comercialmente no País, mas as grandes ações comerciais da marca começam agora. Além de aplicações urbanas e interurbanas, o chassi pode ser indicado para fretamento de curta ou média distância.
Fonte: Ponto de Ônibus

Tomaz Turismo

PONTUAL

Jonas Turismo

6 de julho de 2013

Agrale lança chassi de ônibus de 17 toneladas

A Agrale inicia neste mês as vendas de seu novo chassi de ônibus M 17.0 de 17 toneladas com motor dianteiro que atenderá tanto o segmento urbano como o de fretamento, passando a ser o de maior capacidade de carga produzido pela marca. O modelo faz parte da linha de chassis com motorização frontal para micro, midibus e ônibus e foi apresentado durante a Transpúblico 2013, feira de transporte realizada de 3 a 5 de julho em São Paulo, ao lado dos modelos MA 10.0, da categoria micro, e do midibus MA 15.0.

Equipado com motor MWM de seis cilindros que desenvolve até 225 cv de potência, o chassi M17.0 admite carrocerias de até 12,5 metros de comprimento. Tem transmissão Eaton FSO mecânica de seis marchas, suspensão com molas semielípticas da dianteira e traseira, direção hidráulica. O modelo entra para o segmento mais disputado do mercado, que representa 40% das vendas totais de chassis de ônibus no Brasil.

MA 17-0
Já a nova versão do chassi para micro-ônibus MA 10.0 agora com freios ABS de série é indicada em aplicações rodoviárias e de fretamento para a versão de 4,8 metros de entre-eixos que permite carrocerias de até 9,3 metros de comprimento, enquanto a versão de 4,5 metros de entre-eixos é indicada para uso urbano/severo, com carrocerias de até 8,69 metros. Ambas as opções são equipadas com motor MWM de 165 cv de potência e traz como opcional a suspensão dianteira pneumática.

No segmento médio, a Agrale oferece o MA 15.0, que permite um maior número de passageiros se comparado com o micro-ônibus de 10 toneladas. Indicado para aplicações urbanas ou intermunicipais de curtas e médias distâncias, o modelo vem com motor MWM com potência de 190 cv e transmissão Eaton de seis velocidades, com entre-eixos de 4,3 metros a 5,2 metros.

Além desses três modelos, a gama Agrale oferece mais três entre 8 e 12 toneladas de PBT totalizando seis chassis para ônibus.
Fonte: Automotive Business

Tomaz Turismo

PONTUAL

21 de fevereiro de 2013

Agrale inicia o ano em segundo lugar o licenciamento de chassis de ônibus

A Agrale iniciou o ano de 2013 em segundo lugar na produção brasileira de chassis para ônibus. Segundo os dados divulgados recentemente pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a empresa licenciou, em janeiro, 635 unidades, o que representa 29,3% de participação de mercado.

Um dos pontos de destaque no desempenho registrado é o crescimento de 80,4% em relação ao mesmo período de 2012 quando foram licenciadas 352 unidades. Essa segunda posição no mercado é mais relevante ainda porque a fabricante atua apenas nos segmentos de chassis para micro e midibus, que não são os de maior volume. Outro fator a ser observado é que o mercado brasileiro de chassis caiu 16,5% neste primeiro mês de 2013.

Agrale MA 9.2

Há 15 anos a Agrale lidera o mercado de chassis leves, além de, tradicionalmente, ocupar a terceira posição no mercado geral de chassis de ônibus, mas somente este ano, com o início de comercialização do Agrale MA 17.0, é que a empresa vai ingressar no segmento de chassis de 17 toneladas de PBT do mercado brasileiro, o de maior volume de vendas. Isso deverá permitir que a empresa tenha uma presença ainda mais destacada e reforce sua posição como uma das principais marcas do mercado nacional.

A Agrale possui uma gama diversificada de chassis de 8 a 17 toneladas de PBT. A família oferece as opções de motor traseiro, piso baixo, suspensão pneumática e transmissão automática, e é composta por diversos modelos, com diversas opções de entre-eixos, que atendem à demanda existente no mercado por veículos mais versáteis, robustos, econômicos e compactos, sobretudo nos segmentos urbano e de fretamento.

Fonte: Fortalbus.com / Segs

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Tomaz Turismo (2)

4 de fevereiro de 2013

Vendas de ônibus continuam em queda. Apache lidera urbanos

Apesar das estimativas de recuperação no mercado de ônibus no Brasil, após o desaquecimento das vendas e produção em 2012, o setor de veículos pesados ainda continua registrando resultados negativos.

Dados divulgados nesta sexta-feira, dia 01 de fevereiro de 2013, pela Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores mostram que neste mês de janeiro em relação a janeiro de 2012, as vendas de ônibus e caminhões recuaram 6,37% com 14 mil 604 unidades ante 15 mil 598 do ano passado.

Já na comparação entre janeiro de 2013 e dezembro de 2012, as vendas de ônibus e caminhões tiveram queda de 6,16%. Em dezembro foram vendidos 15 mil 563 veículos de grande porte.

Viaggio G7

Se cada segmento for analisado de forma separada, na comparação entre dezembro e janeiro, os ônibus levam a pior.

A queda nas vendas de veículos de transportes coletivos foi de 20,35%, com 2 mil 419 unidades frente às 3 mil 037 unidades de dezembro. Na comparação entre o primeiro mês deste ano e o igual período do ano passado, a queda na venda de ônibus foi de 6, 78%. Em janeiro de 2012, foram comercializados 2 mil 595 ônibus.

Já o segmento de caminhões vendeu 12 mil 185 unidades neste mês de janeiro, o que significa queda de 2,72% frente a dezembro, com 12 mil 526 unidades, e baixa de 6,29% em comparação a janeiro de 2012 quando foram para as ruas 13 mil 003 veículos pesados de carga.

Já o setor de automóveis e comerciais leves tem uma realidade mais animadora, porém não com todos os motivos para comemorar.

Foram vendidos em janeiro de 2013, 296 mil 853 veículos de pequeno porte, sendo 230 mil 637 carros e 66 mil 216 comerciais leves. O número é 17,5% maior que janeiro de 2012, quando foram comercializados 252 mil 639 veículos deste tipo, mas 13,64% menor que dezembro de 2012, quando ganharam as ruas 343 mil 758 automóveis pequenos.

Apache Vip

Apesar de os números negativos no primeiro mês do ano, o segmento de ônibus continua otimista. Investimentos em mobilidade urbana, principalmente por conta da Copa do Mundo de 2014, renovação natural de frota e licitações fazem com que o mercado trabalhe para aquecimento de vendas.

Aliás, justamente as licitações que devem estimular a comercialização de ônibus ao longo do ano é que estão contribuindo para agora no início os números não deslancharem. É que os empresários estão esperando as definições dos editais.

No ranking entre as marcas, poucas alterações. Confira os números de janeiro

MARCA/UNIDADES VENDIDAS/PARTICIPAÇÃO NO MERCADO (ÔNIBUS):

1º) Mercedes Benz – 921 – 38,07%
2º) Marcopolo (minionibus Volare) – 634 – 26,21%
3º) Volkswagen/MAN – 540 – 22,32%
4º) Volvo – 130 – 5,37%
5º) Iveco – 69 – 2,85%
6º) Scania – 62 – 2,56%
7º) Agrale – 38 – 1,57%
8º) International – 03 – 0,12%

Em relação a segmentos, segundo a Fenabrave, o Mascarello Gran Midi – Mercedes Benz lidera a fatia de ônibus midi, o Caio Apache Vip – Mercedes Benz liderou o segmento de urbanos e o Marcopolo Viaggio – Mercedes Benz esteve no topo da lista dos rodoviários mais vendidos.

Pesquisa: Blog Ponto de Ônibus

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Agrale chega aos 50 anos com faturamento de R$ 1 bi

Sua origem de fato fica em Posto Alegre, até que seus fundadores a vendem (1965) para o empresário caxiense  Francisco Stedile (já falecido) e este a transferiu para o então iniciante pólo industrial da Serra Gaúcha. De Agrisa passou para Agrale S.A. Tratores e Motores, e experimentou o primeiro período de crescimento já no governo militar. Até então só fabricava motocultivadores a diesel para a lavoura de grãos. Mas a Agrale tinha no comando um irrequieto e criativo empresário, o qual se entusiasmara com surgimento da indústria automotiva brasileira e, àquela altura, já iniciara um empreendimento industrial do ramo. Nada menos que a Fran-le, depois Fras-le. Exato. Francisco Stedile foi o fundador de um dos grandes fabricantes globais de lonas e pastilhas para freios e demais materiais de frição, hoje pertencente ao Grupo Randon. Vendo a evolução dos números da produção de São Bernardo (SP), Stedile queria participar da festança, sem sair do seu rincão de bom churrasco e vinhos idem.

Senior Agrale

Obstinado com a ideia, tinha convicção de que o mercado receberia bem um veículo de carga semileve a diesel e seu primeiro pensamento foi repontenciar a Kombi VW, aplicando-lhe o seu motor bicilindrico, refrigerado a ar, de 1.272 cilindradas e 36 cv a 3.000 rpm, modelo M 790. Protótipos rodaram milhares de quilômetros, mas, na prática, mostraram-se inviáveis pela dependência com multinacional, fora outros entraves burocráticos. Assim, Stedile buscou o antigo Conselho de Desenvolvimento Industrial (CDI) e obteve o Certificado 493/81, em março de 1981. Pronto. Ali começava a Agrale, fabricante de caminhões e chassis de ônibus, cuja história completou meio século em 14 de dezembro.

Até aí (1981), havia apenas o sinal verde para os planos da Agrale. Faltavam definir os principais componentes, além do motor. Por exemplo, a cabine, tida como a mais cara devido ao custoso ferramental. O fornecimento do item foi equacionado graças à tecnologia de fibra de vidro, dominada pela Hidroplás, de Botucatu (SP). Definido o elenco de fornecedores, a Agrale acertou o tom com os protótipos e, aprovados, iniciou a produção. Fui colher impressões de um dos primeiros TX-1100, em Caxias do Sul, no janeiro de 1982. Era um veículo que ainda requeria inúmeros aperfeiçoamentos e pelo meu imperfeito modo de ver, o produto teria vida curta, comprometendo os planos de Stedile.

Desde 1982, a Agrale vendeu mais de 90 mil unidades. Claro, de modelos que se sucederam ao TX-1100, para 1.100 kg. No total incluem-se chassis para ônibus. Hugo Zattera, atual diretor-presidente da Agrale, destacando que a empresa é a única montadora 100% de capital nacional, diz que “nessas cinco décadas aprendeu a enfrentar os concorrentes das grandes corporações mundiais”. O fato de ainda se manter ‘puro sangue caxiense’ e como tal, invendável, Zattera explica que “o espírito empreendedor e independente que norteia a empresa, desde o seu início efetivo de atividades sob a liderança de Francisco Stedile, não contemplava sua venda, mas sim seu desenvolvimento autônomo”.

Por outro lado, como acrescentou, “a Agrale cultivou boas alianças com outras corporações como a Hatz e Lombardini em motores diesel; Deutz e Renault em tratores; Navistar na montagem de caminhões International; e a Marcopolo no projeto Volare”.  A receita não poderia ter dado tão certo. No fechamento dos números de 2012, justo no ano de seu jubileu de ouro, a Agrale superou a marca de R$ 1 bilhão de faturamento, mais precisamente, R$ 1.075 bi, com acréscimo de 16,5% em relação ao ano anterior, “apesar do cenário tão competitivo”. Nada mais gratificante do que constatar como eu estava errado em 1982.

Pesquisa: Portal Ônibus Paraibanos

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Pontual Transporte de Passageiros

10 de setembro de 2012

Agrale lança chassi de 17 toneladas no mês que vem

Fonte: blog Ponto de Ônibus

Empresa brasileira vai atuar no maior nicho de mercado brasileiro e quer fazer frente a concorrentes como Mercedes Benz e MAN – Volkswagen.

A partir do primeiro trimestre do ano que vem, a fabricante nacional Agrale vai dar um passo considerado importante para aumentar sua participação na indústria de ônibus e desta vez ela vai brigar numa categoria de peso.

A empresa vai começar a comercializar ônibus com PBT – Peso Bruto Total de 17 toneladas, mercado hoje dominado pela Mercedes Benz e pela MAN Latin America (Volkswagen Caminhões e Ônibus). O lançamento deve ocorrer no mês que vem, durante a Fetransrio, feira voltada para o setor de transportes, realizada no Rio de Janeiro.

chassi_agrale_ma15

O gerente nacional de vendas da Agrale, Silvan Poloni, disse à reportagem do Blog Ponto de Ônibus e do Canal do Ônibus que os testes com os chassis já estão sendo realizados para que as primeiras unidades estejam operando comercialmente no início de 2013.

“A comercialização dele está prevista para o primeiro trimestre de 2013. Nós estamos com alguns veículos rodando em testes. Nós vamos oferecer um produto bem testado, seguro, com uma tecnologia bem atual. Será um veículo com características para o transporte urbano.”

Hoje a Agrale se concentra nos segmentos de micro-ônibus e ônibus com peso bruto total de até 15 toneladas. Os veículos seguem os padrões obrigatórios de redução de emissão de poluentes previstos na fase 7 do Proconve – Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores que tem como base as normas internacionais Euro V. Mas é a grandeza do segmento de 17 toneladas que chama a atenção da fabricante.

“Com o 17 toneladas, estamos num mercado onde até então a Agrale não estava. É um segmento muito importante que representa 40% do mercado interno no Brasil. Para nós é um fator de extrema importância. O modelo de transporte urbano no Brasil se baseia neste tipo de ônibus. As perspectivas são promissoras” – disse o gerente nacional de vendas da Agrale, Silvan Poloni.

Como vantagens, a Agrale diz que o ônibus já é um projeto que nasce voltado para o Euro V e não se limita a ser um veículo de linhas mais antigas modificado, além de robustez para as características de tráfego e topografia da maior parte das cidades e facilidade de manutenção.

BOAS PERSPECTIVAS PARA 2012

Apesar de o ano de 2012 ser marcado por um ajuste de mercado, já que em 2011 boa parte dos empresários antecipou as renovações de frota para escaparem dos preços mais altos dos modelos que seguem os padrões de redução de emissão de poluentes Euro V, a Agrale diz que tem a comemorar.

Agrale

E um dos grandes motivos para isso, enquanto as outras montadoras fazem as contas de quanto vão vender a menos, é justamente o tipo de ônibus que a Agrale faz.

O modelo MA 10, de 10 toneladas, é o micro-ônibus mais robusto do mercado, segundo a montadora, o que tem atraído a atenção dos investidores. Mas são justamente os modelos para transporte escolar, em alta por conta dos incentivos governamentais para a educação, que fazem com que a Agrale estime um crescimento entre 15% e 20% neste ano em relação a 2011.

“O mercado está começando a voltar à normalidade. O Governo (Federal) deu uma mão nisso através de programas como o PAC Equipamentos. No nosso caso, participamos do programa ‘Caminho da Escola’ e teremos crescimento em relação a 2011” – contou Silvan Poloni, gerente nacional de vendas da Agrale. A empresa também atua nos segmentos de cargas e máquinas agrícolas.


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